UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA

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Licenciatura em Psicologia - Disciplina - Ano lectivo 2005/2006

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Nome da Disciplina

Psicopatologia

Docente

Dra. Tânia Gaspar

Ano do Curso

1.º ano

Nível da Disciplina

-

Código da Disciplina

20016

Disciplina Semestral / Anual

Semestral

Disciplina Obrigatória / Opcional

Obrigatória

Tipo

Teóricas e Teórico-Práticas

Número de horas / semana

5 horas

Regime

Diurno

Pré-Requisitos

Nenhuns

Língua de Instrução

Português

Créditos ECTS

7

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OBJECTIVOS

-

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PROGRAMA

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METODOLOGIA

-

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AVALIAÇÃO

Esta cadeira foi planeada com base na articulação contínua entre os temas abordados nas aulas teóricas e as demonstrações a realizar nas aulas práticas. Logo, a presença e participação nas aulas é essencial para que os alunos assimilem o conteúdo da cadeira e o articulem com o conteúdo das restantes cadeiras na devida progressão. Logo, a assiduidade e participação nas aulas serão amplamente tidas em consideração na avaliação final da cada aluno.

A avaliação da cadeira de Psicopatologia será feita através de uma Frequência ou Exame Final, de um Trabalho Escrito Individual (parte teórica), e de Três Trabalhos Práticos elaborados em grupo durante as aulas práticas (parte prática), tendo em conta a frequência e participação nas aulas, para aqueles alunos que escolherem o regime A de avaliação, descrito no regulamento Geral de Avaliação da Universidade Lusíada.

Regime A - De acordo com os Artigos 7°, 10°, 12°, 13° e 14° do Regulamento Geral de Avaliação de Conhecimentos da Universidade Lusíada, a nota final do aluno em Regime A será calculada através da melhor das duas possibilidades seguintes:

1. Nota da prova escrita final

2. Média Aritmética das notas da prova final e de avaliação

Ainda dentro dos parâmetros do Regime Geral de Avaliação, a nota de avaliação será calculada da seguinte forma:

a) Nota do trabalho teórico (inclui participação e assiduidade) - 50%

b) Nota dos trabalhos práticos (inclui participação e assiduidade) – 50%

Regime B - Para os alunos que escolherem ser avaliados em regime B, a nota da cadeira corresponderá integralmente à nota obtida no Exame Final.

Descrição do Trabalho Escrito Individual:

O trabalho escrito individual será uma recensão de um artigo de um Jornal Científico na área da Psicopatologia, Psicologia Clínica ou Psicologia da Saúde, desde que o tema do artigo se situe na área da Psicopatologia e esteja relacionado com uma determinada patologia. O artigo poderá de tipo clínico, teórico ou de investigação, desde que tenha sido publicado numa revista científica.

Este artigo é escolhido pelo aluno e deverá ser aprovado pela professora como artigo válido para a execução do trabalho escrito individual até à semana de 6 de Dezembro.

Importante:

1. Apenas serão aceites os trabalhos que forem feitos a partir de artigos aprovados pela professora. O aluno deverá apresentar uma proposta do artigo que escolheu para aprovação por parte do docente até à semana de 6 de Dezembro de 2004.

2. Não serão aceites quaisquer artigos de publicações electrónicas ou textos retirados da Internet. O artigo deverá ter sido retirado de uma publicação científica e especializada, reconhecida na respectiva área de especialização. Os textos publicados na Internet são na sua maioria textos de informação genérica, claramente insuficientes para um trabalho académico de um futuro profissional da especialidade, neste caso um psicólogo.

Recensão de Um Artigo – Formato e Directrizes

A recensão é um trabalho estritamente académico e consiste na síntese e análise do artigo, acrescentado de comentários de apreciação por parte de quem escreve a recensão. Uma boa recensão deverá apresentar uma descrição breve do conteúdo do capítulo, acrescentando anotações sobre os pontos principais e a estrutura do mesmo. Para além do resumo do conteúdo do artigo, uma boa recensão deverá colocar o artigo em perspectiva, relacionando-o com outros artigos ou livros dedicados à mesma área temática, delimitando a focagem do conteúdo no contexto da área temática alargada em quie se insere e identificando a orientação teórica ou ideologia que está implícita nas afirmações do autor. Finalmente, uma recensão deverá ainda chamar a atenção do leitor para as secções principais do artigo em questão e incluir uma opinião informada de quem escreve a recensão, com base em conhecimentos previamente adquiridos ou noutras obras consultadas.

Eis uma lista – não exaustiva – dos aspectos que deverão ser contemplados numa recensão:

1. Título, autor, nome da revista, volume, ano de publicação e editora

2. Descrição breve do tema do artigo e áreas de conteúdo específicas dentro desse tema

3. Resumo do artigo em geral, identificando a sua estrutura ou secções, caso existam

4. Discussão breve da orientação teórica do autor do artigo ou das ideologias/correntes que influenciam as suas ideias

5. Contributos específicos e/ou áreas que ficaram por explorar neste artigo.

6. Apreciação global do capítulo – Clareza de exposição, apreciação do conteúdo, posição de quem escreve a recensão a respeito das ideias do autor do capítulo, ideias novas, aspectos que ficaram por esclarecer ou afirmações que possam ser questionadas.

Dimensão – 6 (seis) páginas A4, escritas em computador, font 12, espaço duplo entre linhas, margens de texto normal.

Data Limite para a Proposta de Selecção do Capítulo – 6/8 de Dezembro de 2004

Data de Entrega da Recensão – Primeiro dia de aulas a seguir às férias de Natal (5 de Janeiro de 2005) Uma fotocópia do próprio artigo deverá ser entregue juntamente com a recensão escrita.

Nunca é demais relembrar...

1. Por favor, respeite o limite de páginas. Saber seleccionar informação e resumir textos é uma competência fundamental na vida académica.

2. Transcrições integrais de textos consultados são chamadas “citações” e devem ser claramente identificadas como tal, incluindo o autor e a referência bibliográfica donde foram retirados, ou passam a classificar-se como actos de plágio.

A Prova Escrita

A prova escrita consistirá de um teste de frequência ou exame final que irá incluir questões relativas às aulas teóricas (50%) e às aulas práticas e teórico-práticas (40%), incluindo na parte prática a apreciação diagnóstica de um caso clínico.

3. Trabalhos Práticos No decorrer das aulas práticas em que será feita a análise e apreciação diagnóstica de casos clínicos, os alunos deverão elaborar, em grupos de 4 pessoas, um total de TRÊS trabalhos de parecer diagnóstico completo, a entregar por escrito, segundo directrizes da docente das aulas teórico-práticas.

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BIBLIOGRAFIA

  • Textos de Base
  • Vallejo-Ruiloba J., J. (1998). Introducción a la psicopatologia y la psiquiatria. Barcelona: Ed. Masson, quarta edição
  • Associação Americana de Psicologia. (2002). DSM-IV-tr Manual de diagnóstico e estatística das perturbações mentais. Quarta edição, texto revisto. Lisboa: Climepsi Editores.
  • Fauman, M.A. (2002). Guia de estudo para o DSM-IV-TR. Lisboa. Climepsi Editores.
  • Frances, A. Ross, R. (1999). DSM-IV Casos Clínicos – Guia para o Diagnóstico Diferencial. Lisboa: Climepsi Editores.
  • Lemma, A. (1996). Introduction to psychopathology. London: Sage
  • Abreu, Pio J.L. (1997). Introdução à Psicopatologia Compreensiva. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.
  • Fernandes da Fonseca, A. (1985). Psiquiatria e Psicopatologia. Fundação Calouste Gulbenkian, vol I e II.
  • Pires, C. M. L. (2003). Manual de Psicopatologia : uma abordagem biopsicossocial. Leiria: Editorial Diferença.
  • Pio Abreu, J. L. (2001). Como tornar-se doente mental. Coimbra: Editora Quarteto.
  • Bibliografia de Interesse
  • Associação Americana de Psicologia (1992). Ethics for Psychologists

    Comer, R. (1998). Abnormal psychology. Freeman and Company, terceira edição

    Dias Cordeiro (1986). Manual de psiquiatria clínica. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian

    Schaffeter, C. (1999). Introdução à psicopatologia geral. Lisboa: Climepsi, 2ª edição.

    Joyce-Moniz, L. (1993). Psicopatologia do desenvolvimento do adolescente e do adulto. New York: McGraw-Hill.

    Kaplan, H. I., & Sadock, B. (1993). Compêndio de Psiquiatria (6ª Edição). Porto Alegre: Artes Médicas.

    Organização Mundial de Saúde. (1998). Classificação de transtornos mentais e de comportamento da CID 10 - critérios diagnósticos. Porto Alegre.

    Williams, N. (1994). Psychoanalytic diagnosis: understanding structure in the clinical process. New York: Guilford Press

    Zuckerman, M. (1999). Vulnerability to psychopathology: a biosocial model. American Psychological Association
  • Alguns periódicos a utilizar no trabalho de revisão bibliográfica:

    Journal of Abnormal Psychology - Análise Psicológica

    Journal of Applied Psychology - American Psychologist

    Journal of Consulting and Clinical Psychology - European Psychology

    Psychological Assessment - Bulletin de Psychologie

    Boletim da Biblioteca do Hospital Júlio e Matos ou Revista de Psiquiatria

    British Journal of Clinical Psychology

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