UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA

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Licenciatura em Psicologia - Disciplina - Ano lectivo 2005/2006

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Nome da Disciplina

Ética e Deontologia

Docente

Profª. Doutora Carla Marina de Matos Moleiro

Ano do Curso

1.º ano

Nível da Disciplina

-

Código da Disciplina

20026

Disciplina Semestral / Anual

Semestral

Disciplina Obrigatória / Opcional

Obrigatória

Tipo

Teóricas

Número de horas / semana

2 horas

Regime

Diurno

Pré-Requisitos

Nenhuns

Língua de Instrução

Português

Créditos ECTS

4

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OBJECTIVOS

A Ética consiste no estudo dos pressupostos, assunções ou princípios de indivíduos, instituições, organizações, e profissionais, princípios esses que eles acreditam serem úteis para os ajudar a distinguir entre decisões “correctas” e “incorrectas” e, em última análise, a realizar juízos morais sustentáveis (Bersoff, 2003).

O objectivo da presente cadeira consiste em familiarizar os estudantes com os documentos formais (nacionais e internacionais) e a literatura que regulam e/ou guiam a prática profissional, científica e académica dos psicólogos. A cadeira pretende ser abrangente da maior parte dos dilemas éticos actuais em psicologia. Pretende-se, acima de tudo, que os alunos sejam sensíveis aos aspectos éticos do seu trabalho enquanto futuros psicólogos, desenvolvam um conhecimento aprofundado desses aspectos, e sejam capazes de ter uma atitude crítica e analítica fundamentada do comportamento e constrangimentos éticos sob os quais os psicólogos trabalham, intervêm, avaliam, ensinam e investigam.

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PROGRAMA

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METODOLOGIA

-

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AVALIAÇÃO

A avaliação de conhecimentos é realizada de forma contínua ou por Exame Final. A avaliação contínua segue os regulamentos da Universidade e do Departamento, e é constituída pelos seguintes elementos:

- Avaliação escrita/frequência (50%);

- Presença e participação oral nas aulas (10%) – considera-se essencial a capacidade de reflexão e discussão das temáticas;

- Trabalho de grupo (40%).

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BIBLIOGRAFIA

Textos de Base:

Bersoff, D. N. (2003). Ethical Conflicts in Psychology (3ª Edição). Washington, DC: American Psychological Association.

Kitchener, K. S. (1984). Intuition, critical evaluation and ethical principals: The foundation for ethical decisions in counseling psychology. The Counseling Psychologist, 12, 43-56.

Ricou, M (2004). Ética e Psicologia: uma prática integrada. Coimbra: Gráfica de Coimbra.

Códigos de Ética:

  • Princípios Éticos da Associação de Psicólogos Portugueses (APPORT, 1995).
  • Meta Código de Ética da Federação Europeia das Associações de Psicólogos Profissionais (FEAP, 1995).
  • Princípios Éticos para Psicólogos e Código de Conduta da Associação Americana de Psicologia (APA, 2002).

Legislação relevante – Lei da Saúde Mental; Lei Base da Saúde; Lei de Protecção de crianças e jovens em risco; Lei tutelar educativa…

Bibliografia Adicional:

Greenberg, S. A., Shuman, D. W. (1997). Irreconcilable conflict between therapeutic and forensic roles. Professional Psychology: Research and Practice, 28, 50-57.

Guidelines for Providers of Psychological Services to Ethnic, Linguistic, and Culturally Diverse Populations (1993). American Psychologist, 48(1), 45-48.

Guidelines for Psychotherapy with Lesbian, Gay, and Bisexual Clients (2002). American Psychologist, 55(13), 1440-1451.

Guidelines on Multicultural Education, Training, Research, Practice, and Organizational Change for Psychologists (2003). American Psychologist, 58(5), 377-402.

Guidelines for Test User Qualifications (2001). American Psychologist, 56(12), 1099-1113.

Klerman, G. L. (1990). The psychiatric patient’s right to effective treatment: Implications of Osheroff v. Chestnut Lodge. American Journal of Psychiatry, 147(4), 409-418.

Kitchner, K. S. (1988). Dual role relationships: What makes them so problematic? Journal of Counseling & Development, 67, 242-247.

Kitchener, K. S. (1996). There is more to ethics than principles. The Counseling Psychologist, 24, 92-97.

Lamb, D. H., & Catanzaro, S. J. (1998). Sexual and nonsexual boundary violations involving psychologists, clients, supervisees, and students: Implications for professional practice. Professional Psychology: Research and Practice, 29, 498-503.

Littrell, J., & Ashford, J. B. (1995). Is it proper for psychologists to discuss medications with clients? Professional Psychology: Research and Practice, 26(3), 238-244.

London, M., & Bray, D. W. (1980). Ethical issues in testing and evaluation for personnel decisions. American Psychologist, 35, 890-901.

Meara, N. M., Schmidt, L. D., & Day, J. D. (1996). Principles and virtues: A foundation for ethical decisions, policies, and character. The Counseling Psychologist, 24, 4-77.

Melchert, T. P., & Patterson, M. M. (1999). Duty to warn and interventions with HIV-positive clients. Professional Psychology: Research and Practice, 30(2), 180-186.

Monahan, J. (1993). Limiting therapist exposure to Tarasoff liability. American Psychologist, 48(3), 242-250.

Patten, C. P., Barnett, T., & Houlihan, D. (1991). Ethics in marital and family therapy: A review of the literature. Professional Psychology: Research and Practice, 22(2) 171-175.

Pope, K. S., & Vetter, V. A. (1992). Ethical dilemmas encountered by members of the APA: A national survey. American Psychologist, 47, 397-411.

Ragusea, A. S., & VandeCreek, L. (2003). Suggestions for the ethical practice of online psychotherapy. Psychotherapy: Theory, Research, Practice, Training, 40(1/2), 94-102.

Statement on the Disclosure of Test Data (1996). American Psychologist, 51, 644-648.

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